O ciclo de vida de um cooperador
A relação de uma pessoa com a cooperativa muda ao longo do tempo: candidata-se, é admitida, participa, e mais cedo ou mais tarde sai. A aplicação não guarda apenas a situação atual — guarda o histórico dessa relação.
Do candidato ao cooperador
Tudo começa com uma candidatura. Enquanto está em avaliação, a pessoa é um candidato. Quando a candidatura é aprovada, passa a existir um cooperador. (A administração também pode criar um cooperador diretamente, sem passar pelo formulário de candidatura.)
Estados ao longo do tempo
A pertença de um cooperador é registada como uma sequência de estados, cada um com uma data de início e, quando termina, uma data de fim. Em conjunto, esses estados contam a história do cooperador: quando foi admitido, quando esteve ativo, quando suspendeu ou saiu.
Por isso, a forma correta de registar uma mudança na situação de um cooperador não é apagar nem reescrever — é acrescentar um novo estado. O histórico mantém-se intacto e fica claro o que aconteceu e quando. O conjunto exato de estados pode variar entre cooperativas.
Secções
Numa cooperativa, os cooperadores podem pertencer a uma ou mais secções. As secções organizam os cooperadores por área de atividade e são escolhidas logo na candidatura. Tal como os estados, a pertença a secções faz parte da caracterização do cooperador.
Cooperadores antigos
Quando a relação termina, o cooperador não desaparece: o seu estado atual passa a ser um estado de saída. A aplicação distingue estes cooperadores antigos dos ativos — nas listas há a opção Mostrar cooperadores antigos para os incluir ou ocultar. Manter o registo é importante: preserva o histórico da cooperativa.